Pesquisadores brasileiros verificaram em laboratório a instabilidade térmica do adoçante sucralose e a instabilidade em bebidas ácidas do adoçante estévia .
No caso do sucralose, os autores observaram que essa substância se torna instável e libera compostos potencialmente tóxicos (organoclorados) ao ser aquecida a 98 oC . Esta temperatura é alcançada normalmente ao se cozinhar alimentos, e é bem ultrapassada em frituras e nos fornos domésticos.
Já no caso do estévia, o trabalho mostrou instabilidade do adoçante em contato com alimentos ácidos como café, sucos de frutas e refrigerantes, liberando nessas condições glicose e um esteviol com potencial efeito cancerígeno e abortivo.
Os autores destacam que o sucralose é o adoçante artificial atualmente mais utilizado tanto para fins industriais quanto para uso pessoal. Ele é obtido a partir de modificação química da sacarose. Enquanto que o estévia (esteviosídeo) é um adoçante natural extraído a partir das folhas de Stevia rebaudiana.
O que fica claro do trabalho dos pesquisadores é o perigo que corremos ao usar esses adoçantes. Os alimentos adoçados comprados prontos têm a adição do adoçante no preparo, isso significa que o adoçante é usado em condições de aquecimento ou de ambiente ácido. Em casa, usamos o adoçante nos alimentos que são preparados no fogão, situação em que ele é aquecido a mais de 98 oC; no café ou o chá, ácidos, adoçados ainda quentes nas xícaras; nos sucos de fruta, que são naturalmente ácidos.
Realmente muito preocupante!
Fonte: https://saense.com.br




